Gestão
Apesar de dúvidas, cresce a adoção corporativa de aplicações em SaaS
Segundo o Forrester Research, o uso dos chamados SaaS (software contratado como serviço) aumentou em 33% entre 2006 e 2007.
Por Computerworld, EUA
24 de março de 2008 - 17h55
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Um número expressivo de usuários corporativos está optando pelas ofertas de software como serviço (SaaS) em detrimento de modelos de licenciamento de software, apesar das preocupações relacionadas à segurança, customização e custos no longo prazo. A afirmação é resultado de uma pesquisa conduzida pelo Forrester Research.
O uso de serviços hospedados em companhias com mais de mil funcionários cresceu 33% em 2007, na comparação com o ano anterior, de acordo com o levantamento publicado na semana passada.A pesquisa ouviu 1.017 profissionais de TI e descobriu que as grandes empresas estão se voltando para os serviços hospedados por causa dos seus baixos custos iniciais, além do reduzido tempo de implementação e o processo de atualização simplificado. Os serviços hospedados mais citados pelos entrevistados foram aqueles relacionados a recursos humanos, CRM e ferramentas de colaboração, aponta o Forrester.Outros destaques do COMPUTERWORLD:> 7 modos de negociar um contrato de software> Cinco coisas que muito boas no Windows 2008 Server Edition> Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar TI&Telecom abre inscrições> Teste seus conhecimentos com um simulado em ITIL> HP contrata 800 funcionários no Brasil
Liz Hernert, analista do Forrester, disse que as empresas provedoras de SaaS devem dedicar esforços para tentar responder e despreocupar os potenciais clientes em relação à segurança e medidas de proteção de seus dados.
Porém, acrescenta a analista, “embora algumas vezes o cliente me vá dizer que está preocupado com a segurança relacionada ao software como serviço, eles normalmente não têm uma razão específica para tal. Então parece que eles estão apenas ainda um pouco desconfortáveis com o novo modelo”.
Além disso, Liz diz que a pesquisa descobriu que os clientes corporativos que estão implementando aplicativos hospedados têm ganhado mais flexibilidade quando conseguem alinhar a oferta de serviço com uma necessidade específica de negócios ou projeto sem precisar se preocupar com questões de instalação, atualização ou custos de escalabilidade.
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Estudo do Gartner mostra que ferramentas de pesquisa e colaboração devem afastar as áreas de TI das soluções de business intelligence.
Por IDG News Service
20 de março de 2008 - 16h50
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A participação das áreas de TI nas soluções de Business Intelligence será tremendamente reduzida no futuro, na medida em que tecnologias emergentes criarem ferramentas de pesquisa e colaboração permitirem aos usuários finais e unidades de negócios construírem suas próprias aplicações analíticas. Esta é a conclusão de um estudo recentemente realizado pelo Gartner, e divulgado esta semana.De acordo com o estudo, até 2012 o papel das áreas de TI em soluções de BI começará a diminuir. Isso porque os usuários passarão a contar com funcionalidades como visualização interativa, pesquisa integrada a BI, SaaS e arquiteturas orientadas a serviços para construir seus próprios relatórios.“As evidências sugerem que o BI é hoje usado agressivamente por algo entre 15% e 29% dos usuários de negócios. Para que o setor prospere, os fornecedores precisam superar a visão que muitos usuários têm, de que as ferramentas de BI são difíceis de usar. Outras tecnologias, como produtividade pessoal, colaboração e pesquisa na internet estão sendo largamente adotadas tanto nos ambientes de trabalho como na vida pessoal. O BI tem a mesma oportunidade de adoção massiva, mas tem que superar sua reputação”, afirma Kurt Schlegel, diretor de pesquisa do Gartner.Segundo o Gartner, as tecnologias emergentes vão ajudar a 80% dos usuários que hoje não utilizam aplicativos analíticos. O uso destas tecnologias fora do controle das áreas de TI tem o potencial de reduzir os problemas enfrentados pelos usuários hoje, que criam milhares de planilhas para fazer suas próprias análises. “A verdade é que a TI centralizada tem pouco poder para prevenir a adoção destas tecnologias por parte das unidades de negócios e dos usuários”, diz o estudo.
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Por exemplo, impulsionada pela popularidade de aplicativos rich internet, nos próximos dois anos a tecnologia de visualização interativa será aceita pelos usuários como um front-end comum para aplicativos analíticos. A tecnologia permite que os usuários realizem tarefas típicas de BI, como filtro de dados, com apenas um clique. Como esta tecnologia tem base em displays atrativos, os usuários vão achá-la mais fácil e mais divertida de usar.Diante da tendência, o Gartner recomenda:- incorporar as tecnologias emergentes à arquitetura padrão de BI, já que não é possível evitar que as unidades de negócio as utilizem para criar aplicações analíticas;- comunicar claramente que indicadores de desempenho deverão ser utilizados para rodar negócios, porque estas tecnologias serão usadas para criar aplicativos analíticos independentes da arquitetura central de BI;- desenvolver uma estratégia de governança que incorpore a potencial explosão no volume de aplicações analíticas, e incluir um inventário destas aplicações que defina claramente seus proprietários e casos de uso.
Heather Havenstein, Computerworld (EUA)
terça-feira, 25 de março de 2008
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